segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Segurança Pública do Pará em Crise




SEGURANÇA PÚBLICA DO PARÁ EM CRISE
Policiais usam farda para matar
Com a mesma farda e armas que usam para trabalhar policiais militares criam um grupo de extermínio liderados pelo seu próprio major. A corregedoria investiga 13 assassinatos que teriam sido cometidos por um grupo de policiais militares que prendem e matam meliantes, e segundo testemunhas colocam os corpos nas viaturas e ficam andando com os corpos e ainda levam aos hospitais, inviabilizando com isso o recolhimento de provas.
A crise na segurança é tamanha que algumas delegacias da grande Belém não registram ocorrências a partir das 19 horas, pois ficam somente dois policiais vigiando os presos ali detidos. A ROTAM faz o trabalho preventivo nas ruas, mas nas delegacias não se encontram nem os delegados que deveriam estar de plantão e onde a reportagem encontrou os mesmos estavam tirando um cochilo, ao invés de fazer as ocorrências.
Segundo informações da assessoria da polícia civil em toda a região metropolitana de Belém são 900 policiais civis entre investigadores, delegados e papiloscopistas distribuídos em 13 seccionais e 18 delegacias, no interior do estado existem 6 seccionais e em outros 6 municípios não existe nem delegacia.
Segundo a lei a custódia de presos não é responsabilidade da polícia judiciária, que acaba tendo um desvio de função ao reparar presos em uma delegacia. A maioria dos presos das seccionais já deveriam ter sido transferidos para o sistema penal.
Autora: Heloísa Queiroz
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